quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sair a horas normais

Hoje deu para sair a horas normais.

Poderia ter saído (ainda) mais cedo, mas preferi ficar mais um tempo a contemplar a vista.

Refugiar-me nos meus pensamentos com as energias que, o quadro que é a minha janela, transmite.

Hoje não me apetece de certeza ir a correr para casa, vou ficar (só) mais um bocadinho...



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Este dia teria de chegar...

Já sabia que um dia seria esse dia, era tão evidente que mesmo à frente do nosso nariz não queremos acreditar nessas evidências.

Já tinha poucas coisas a que me agarrar, de facto, quando tem que acontecer, acontece e não podemos fazer nada.

Hoje foi o dia do "por favor não venhas nunca!", mas chegou, por muito que nos preparemos, nunca estamos prontos e agora há que saber viver a realidade, porque o sonho morreu neste dia.

Será pedir muito para ganhar uma pequena batalha no meio de tantas perdidas?

Os Deuses não me têm dado tréguas por mais que eu faça o bem, que transmita energias positivas à minha volta e aos outros.

Este foi o dia que me apercebi que o luto (há muito feito), não tinha nada a ver com isso, mas sim que nunca deixei de estar apaixonado e descobri que o luto é um processo de desabituação da outra pessoa, de rotinas ou de uma relação.
E a paixão é uma coisa totalmente diferente, a paixão está sempre lá, mesmo que te escondas da outra pessoa e ao mesmo tempo tão perto que quase adivinhas os batimentos cardíacos do outro/a, que lhe dês a liberdade para que seja feliz mas que desejes profundamente que seja ao teu lado se possível para sempre, que não interfiras mas ao mesmo tempo de certa forma corrijas o seu trilho para que caminhe de encontro à felicidade plena, para que no grito por socorro, nem que seja feito em surdina, vistas a capa de super humano e apareças em menos de um segundo em resposta à ajuda, ao seu medo, receio ou tristeza.

É engraçado de como estamos a sempre a aprender na vida, jurava (até hoje) a pé juntos que a paixão era uma coisa efémera e o amor uma coisa eterna. Hoje não penso assim, vivi sempre apaixonado até hoje e continuarei a estar apaixonado no futuro.

Tive apenas duas relações longas, a primeira foi mesmo uma questão de luto, esta ultima é sem dúvida nenhuma uma paixão que ainda aqui está comigo todos os dias. E essa é uma pequena grande diferença!


(a imagem é lamechas, pirosa, mas quem é apaixonado tem tendências destas...)


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dia de limpezas

Hoje foi dia de limpezas no meu facebook. Limpei uns quantos que carregavam o meu mural de posts acéfalos.

Conheço alguns sportinguistas com bom senso, com os pés assentes na terra, desportistas como eu. E estou rodeado de sportinguistas na firma de gente acéfala, desconhecendo a realidade do seu clube. De chegar ao ponto de utilizarem o e-mail de trabalho para ofenderem outros colegas. 

Para estes anti, vale de tudo, pessoas sem caracter é o que mais há infelizmente neste rectângulo. 

Li algures que o sporting acabou nesta semana, até que concordo com o que li, é triste ver pessoas sem clube, a vaguearem sem rumo, a gozar com o velho rival, a serem antis.
A força de um clube está na paixão dos seus adeptos e não no ódio pelo seu (suposto) rival, é isso que mostra a grandeza de um clube! E esta gentinha  não percebe isso...

Esta gente não merece respeito dos outros. Porque podia ser mau, mas mesmo muito mau, mas não o vou ser. Tenho amigos sportinguistas que não  merecem.

Nao conheço nenhum benfiquista que esteja com um melão, pelo contrário, todos eles têm orgulho. Fico feliz que os anti, tenham assistido a um bom futebol praticado pelo Benfica e elogiado tanto pelo adversário como por todo o mundo, na final da Liga Europa, coisa que já não vêm há muito pelos lados de Alvalade.

Concordo com o Luisão, capitão do meu clube que disse, hoje não ganhámos uma final europeia, mas ganhámos mais que isso, referindo-se a um estatuto europeu e respeito pelos grandes da Europa.

Por estas e por outras, a expressão "verde de inveja" assenta-lhes (aos anti) que nem uma luva...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Já cheira a verão...

Hoje por coincidência vi esta frase escrita inúmeras vezes. Em blogues, instagram e facebook. E indaguei-me a mim próprio que cheiro tem o verão?

Para mim, cheira a protetor solar, a sardinhas e caracóis.

Mas lá está, cada nariz sente os cheiros de forma diferente, o meu cheira a isto!

Saudades de no verão, adormecer na toalha ao fim da tarde, onde a temperatura não está excessivamente quente nem desconfortavelmente fresca. Abrir os olhos lentamente e ver a pessoa certa ao meu lado, soltar um sorriso entre uma troca de olhares e soltar um suspiro sentindo-me o homem mais feliz e abençoado deste mundo.

Sinto falta disto!

Afinal que cheiro tem o verão?

domingo, 24 de março de 2013

Vivências

Quase 4 meses sem cá vir.
Sem tempo, para postar isto ou aquilo, sem tempo para mim e para as minhas coisas, tenho vivido para o trabalho.

A semana passada foram mais de 60 horas. Pergunto-me onde estão as 40 horas (normais)?
Uso os pequenos pedacinhos de tempo, para a casa. Nestes quase 4 meses, entraram por esta porta, um roupeiro, um movel de Tv e outro que servirá como aparador de apoio à mesa da sala.

São bastantes projetos que ainda tenho para fazer e tão pouco tempo para os realizar.

Pessoalmente, não tenho nada a dizer, não tenho vida social.
As mulheres hoje em dia e da minha faixa etária não se querem envolver, não querem compromissos sérios, não acreditam que há homens bons.
São aquelas que sempre chamei de mulheres trauma, não são essas que procuro.
Procuro alguém que esteja de bem com a vida, que tenha um passado (obviamente), porque é isso que nos enriquece, que nos traz histórias de vida. Alguém que não exija, mas que partilhe. Alguém que não crie expetativas demasiado altas de mim, de nós, mas que faça tábua rasa e queira construir um caminho juntos (do inicio).

Dei um prazo a mim mesmo, um ano (entretanto já vai para 9 meses), se nada da minha vida melhorar até lá, salto para o outro lado do Atlântico, à procura de qualidade de vida, à procura da felicidade que tive aqui por momentos, momentos esses que já parecem muito distantes.

Já tinha escrito que tenho vivido para o trabalho? Vivido não, sobrevivido. Porque o ordenado já não dá para quase nada.

Por hoje, chega. Vou até ali e já volto...